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Superliga Cimed feminina: Sesc RJ vence Camponesa/Minas e chega na final pela 14ª vez consecutiva

por: Pedro - Redação

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Créditos: Marcos de Paula / Sesc RJ

Redação

O Sesc RJ está na final da Superliga Cimed feminina de vôlei 17/18 pela 14ª vez consecutiva. Neste sábado (31.03), o time carioca venceu o Camponesa/Minas por 3 sets a 1 (25/11, 21/25, 25/18 e 25/18), na Jeunesse Arena, no Rio de Janeiro. Com o resultado, o time carioca chegou fechou o playoff semifinal por 3 a 0. A equipe do treinador Bernadinho aguarda o vencedor da série entre o Dentil/Praia Clube e o Vôlei Nestlé para conhecer o adversário da grande decisão. O time de Uberlândia lidera por 2 a 1.

A central Juciely brilhou no confronto, foi eleita melhor da partida em votação popular no site da Confederação Brasileira de Voleibol (CBV) e ficou com o Troféu VivaVôlei Cimed. 

Com a palavra: 

Juciely, central do Sesc RJ:  “O time está de parabéns. Ninguém melhor do que a gente sabe o que passamos para chegar nessa final. Este foi um ano bem diferente, marcado por muitas contusões. Eu mesma passei quase a temporada inteira quebrada. Mas o que fico muito feliz é que no momento em que a gente mais precisou estava todo mundo inteiro e em condição de jogo, podendo uma ajudar a outra e somar para chegar a mais essa final. A gente sabe que do outro lado tem dois grandes times, disputando uma semifinal bem acirrada, mas que vença o melhor”, disse a central. 

Fabi, líbero do Sesc RJ:  “Sinto orgulho de fazer parte desse time, dessa filosofia de trabalho. É uma história muito bacana. Independente dos títulos, mas é a forma que o time joga, a superação. Acreditamos sempre que as coisas vão acontecer e, mais do que acreditar, trabalhamos muito. O cara lá (Bernardinho) não dá moleza nunca!”, concluiu Fabi. 

Rosamaria, ponta do Camponesa/Minas:  “Essas três derrotas na série não apagam uma temporada histórica. O foco final era a Superliga, mas essa equipe soube se superar em diversos momentos. A Carol (central) é um exemplo e jogou no sacrifício esses últimos jogos. No geral, o saldo é positivo e a imagem que fica é do nosso time guerreiro e saímos da temporada com a cabeça erguida”, explicou Rosamaria.

Carol Gattaz, central do Camponesa/Minas:  “Essa emoção foi por tudo. Infelizmente, a gente terminou uma série em que a gente poderia ter jogado melhor, mas isso não apaga a temporada que nós fizemos. Nossa equipe fez uma grande temporada, conquistamos dois títulos importantes neste ano. Meu choro é por não ter conseguido ajudar minha equipe na fase mais importante do campeonato. Eu quero agradecer a todos e dar parabéns, porque, independentemente de não ter sido uma boa semifinal, foi uma boa temporada. Próxima temporada, é uma outra história”, concluiu a central visivelmente emocionada.  

O JOGO

O primeiro set não foi nada bom para a Camponesa/Minas. As mineiras cometeram muitos erros. Assim, as donas da casa aproveitaram as falhas no jogo da Camponesa/Minas e venceram por 25 a 11.

No segundo set, as comandadas do técnico Stefano Lavarini tiveram melhor desempenho. Mais concentrada em quadra, a equipe Camponesa/Minas estava bem na defesa e aproveitava as oportunidades que tinha no ataque. Com grande atuação de Rosamaria, as mineiras venceram o set por 25 a 21.

No terceiro set, a Camponesa/Minas voltou a cometer erros. Depois que o Sesc RJ abriu vantagem no placar, as mineiras não conseguiram fazer um jogo de recuperação. As donas da casa, então, venceram a parcial por 25 a 18.

No quarto set, a equipe Camponesa/Minas não conseguiu ser melhor que o adversário. O Sesc RJ venceu a última parcial por 25 a 18, fechando o jogo por 3 sets a 1.

EQUIPES:

Sesc RJ:  Roberta, Juciely, Drussyla, Gabi, Mayhara, Monique e Fabi (líbero) – Entrou: Peña. – Técnico: Bernardo Rezende.

Camponesa/Minas: Macrís, Mara, Rosamaria, Pri Daroit, Mayany, Hooker e Léia (líbero) – Entraram: Newcombe, Geórgia e Natália. – Técnico: Stefano Lavarini.