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Itambé/Minas é tetracampeão da Superliga Feminina

por: Pedro - Redação

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Redação

O Itambé/Minas é campeão da Superliga feminina pela quarta vez. Jogando com segurança e personalidade,  o Itambé/Minas venceu o rival, Dentil/Praia Clube por 3 sets a 1, repetindo o placar do primeiro confronto da série melhor de três, com parciais de (26-24, 18-25, 25-15 e 25-17), diante de 9.120 torcedores no ginásio Nilson Nelson, em Brasília (DF), na noite desta sexta-feira (29).

Foi o terceiro título consecutivo de Superliga do Minas (2018/20, 2020/21 e 2021/22), o quarto da sua história foi em 2001/02 e o quinto brasileiro, foi em 1991/92, quando o campeonato se chamava Liga Nacional. O time também foi campeão de duas edições da Taça Brasil (1964 e 1974). O Dentil/Praia Clube buscava o seu segundo título de Superliga, foi campeão em 2017/18. Nesta temporada, venceu o Minas em três finais e foi campeão mineiro, do Sul-Americano e da Supercopa. 

As maiores pontuadoras foram, a jovem oposta Kisy, do Itambé/Minas com 22 pontos (maior pontuadora da partida) e pelo Dentil/Praia Clube, Brayelin  Martinez foi o destaque com 19 pontos. A jovem Kisy, do Minas, faturou o Troféu VivaVôlei. A partida ainda marcou o adeus de Walewska, do Dentil/Praia Clube, campeã olímpica, às quadras.

Com a palavra:

Macris, levantadora do Itambé/Minas: “Foi uma final muito especial. Tivemos uma trajetória muito dura. Resistimos a muitas pancadas ao longo de toda a Superliga para construir algo maior, que é esse título. Chegamos nessa final mais fortes e com uma identidade construída. Foi essencial evoluirmos como pessoas e hoje somos um grupo mais forte. O voleibol não é só sobre resultado, mas também sobre o crescimento pessoal de cada uma dentro da equipe. Estou muito orgulhosa do nosso grupo”, disse Macris, que está indo para o voleibol turco.

Walewska, central do Dentil/Praia Clube: “Infelizmente hoje não ficamos com o título, mas não tenho do que reclamar. Foi uma carreira muito especial, com muitos títulos e alegrias. Tenho que agradecer a todos que me acompanharam em todos esses anos. Terminei minha última Superliga de cabeça erguida”, disse Walewska.

CLASSIFICAÇÃO FINAL

1º – Itambé/Minas (MG)
2º – Dentil/Praia Clube (MG)
3º – Sesi Vôlei Bauru (SP)
4º – Sesc RJ Flamengo (RJ)
5º – Osasco São Cristóvão Saúde (SP)
6º – Fluminense (RJ)
7º – Barueri Volleyball Club (SP)
8º – Pinheiros (SP)
9º – Brasília Vôlei (DF)
10º – Unilife Maringá (PR)
11º – Country Club Valinhos (SP)
12º – Curitiba Vôlei (PR)

SELEÇÃO DA SUPERLIGA FEMININA 21/22

CRAQUE DA GALERA – Carol (Dentil/Praia Clube)
MVP – Macris (Itambé/Minas)
Troféu VivaVôlei – Kisy (Itambé/Minas)
Levantadora – Macris (Itambé/Minas) 
Oposta – Nia Reed (Sesi Vôlei Bauru)
Ponteiras – Peña (Sesc RJ Flamengo) e Neriman Ozsoy (Itambé/Minas)
Centrais – Thaisa (Itambé/Minas)  e Carol (Dentil/Praia Clube)
Líbero – Camila Brait (Osasco São Cristóvão Saúde)
Treinador – Nicola Negro (Itambé/Minas)
Árbitro – Rogério Espicalsky (ES)

Foto: Wander Roberto/Inovafoto/CBV