Redação
O Sada Cruzeiro é Tetracampeão Mundial de Clubes. Na noite deste sábado (11), o time mineiro fez um confronto espetacular com o italiano Lube Civitanova, da Itália, e bateu o adversário por 3 sets a 0. As parciais foram (25-17, 25-22 e 25-23), na final da competição que teve com sede o Ginásio Divino Braga, em Betim.
O quarto título cruzeirense no Mundial foi conquistado de forma invicta, com quatro vitórias e apenas um set adverso. De quebra, vingou-se do Lube Civitanova, de quem havia perdido na última final, em 2019. O técnico Filipe Ferraz, tricampeão mundial como atleta (2013, 2015 e 2016), conquistou o terceiro título, em seis meses no comando da equipe (Campeão Mineiro e da Supercopa).
Com a palavra:
Otávio, central do Sada Cruzeiro: “Isso estava engasgado desde 2019, na final que disputamos contra o Civitanova. Foi espetacular a atmosfera no ginásio, a torcida gritando, cantando, apoiando. Eu, como cruzeirense, na hora que eu entrei em quadra eu fiquei todo arrepiado, emocionado mesmo. E eu acho que não caiu a ficha ainda. Todo mundo jogou muito bem, foi um espírito de grupo indescritível, a garra que todo mundo teve e isso vai ficar guardado na minha memória pra sempre”, disse o central.
Gianlorenzo Blengini, técnico do Lube Civitanova: “O aspecto decisivo da partida foi certamente o saque. Começamos a falar sobre isso a partir do meio do primeiro set, pois a diferença entre nós e o Sada nesse fundamento era enorme, além do aspecto ligado à qualidade, e também à quantidade de erros cometidos. Pedi para alguns jogadores que tentassem dar continuidade ao saque, não conseguimos. É claro que eu disse àqueles que normalmente são nossos sacadores mais fortes, como Simon e Lucarelli, para continuarem correndo riscos, enquanto com os outros a ideia era cometer menos erros. Eles, por outro lado, foram muito bons, começaram muito fortes e, embora a nossa recepção tenha sido boa, não havia o que fazer, muitos erros, disse o treinador italiano.
Foto: Agência i7/Sada Cruzeiro