Feminino

Norte-americanas deitam e rolam em cima do apático Osasco

por: Pedro - Redação

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Dani Cuttino, a dona do Troféu VivaVôlei.
Créditos: Divulgação CBV

Redação

Apenas três dias após conquistar o título da Copa Brasil feminina 2021, o Itambé/Minas retomou a participação na Superliga Banco do Brasil 2020/21 com nova vitória. Na noite desta terça-feira (09) o time mineiro entrou em quadra em uma partida atrasada da sexta rodada do returno da principal competição do voleibol brasileiro, e venceu o Osasco São Cristóvão Saúde por 3 sets a 0, parciais de (25/20, 25/19 e 25/22). O duelo aconteceu no ginásio José Liberatti, em Osasco (SP).

Ao longo da partida, o que se viu foi um Osasco apático, sem rumo, desequilibrado em quadra, principalmente quando se aproxima dos terços de cada set, sem poder de reação, olhares assustadores em suas jogadoras e a total falta de confiança, aceitando passivamente erros bobos dentro de quadra. É claro, que a equipe passou por problemas de Covid-19 no elenco, mas não pode ficar usando esse artifício como desculpa o tempo inteiro. Há uma queda visível. Essa queda, já vem sendo notada ao longo do returno, principalmente após a derrota para o São Paulo/Barueri. Isso como prevíamos lá atrás pode levar a equipe a quinta colocação da Superliga em breve, já que temos ainda Sesi Vôlei Bauru e Sesc RJ Flamengo no calcanhar do Osasco.

O Itambé/Minas que não tem nada a ver com essa história, aproveitou de toda essa situação e deu o troco do primeiro turno, quando as mineiras foram derrotadas em casa. A noite desta terça-feira foi das nortes-americanas. A oposta Danielle Cuttino terminou como a principal pontuadora, 18 acertos (02 de bloqueios e 16 em ataques), e de quebra ainda levou o Troféu VivaVôlei. A ponteira Megan Easy, deixou a quadra com 14 acertos (01 de bloqueio e 13 em ataques). A dupla passou por cima do bloqueio do Osasco e parou a oposta Tandara, que conseguiu 13 acertos (01 de saque, 02 de bloqueio e 10 em ataques). 

Com a vitória, o Itambé/Minas segue isolado na liderança da Superliga, com 45 pontos, com 15 vitórias e uma derrota. O Osasco São Cristóvão Saúde, por sua vez, é o terceiro colocado, com 36 pontos, com 12 vitórias e três derrotas.

Com a palavra:

Camila Brait, líbero do Osasco São Cristóvão Saúde: “Nós lutamos, mas enfrentamos problemas, especialmente na parte final das parciais. O Minas é um grande time, não lidera a Superliga por acaso e nós temos que tirar as lições desta partida, aprender com os nossos erros e buscar a reabilitação na sexta-feira, no Rio de Janeiro. Também não será um jogo fácil, mas não vamos abaixar a cabeça. Tivemos muitos problemas, especialmente com os casos de Covid, mas vamos reagir e voltar mais fortes”, disse a líbero.

Danielle Cuttino, oposta do Itambé/Minas: “O time obviamente está cansado, mas conseguimos nos manter focadas, com um alto nível de concentração, e sempre atacando de forma muito agressiva”, disse Dani.

O próximo jogo do Itambé/Minas será no próximo sábado (13/02) contra o Sesi Vôlei Bauru, na Arena Minas em Belo Horizonte (MG), às 21h30. Na sexta-feira (12/02) o Osasco São Cristóvão Saúde vai ao Rio de Janeiro (RJ) para disputar o clássico contra o Sesc RJ Flamengo, às 19h, no ginásio Hélio Maurício.

Foto Destacada: Divulgação / Osasco São Cristóvão Saúde