Superliga Feminina

Paredão de Osasco começa bem na temporada

por: Pedro - Redação

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Bia, recebe o primeiro VivaVôlei da temporada 2020
Créditos: Andreia Vilela

Redação

No primeiro jogo da noite, desta segunda-feira (09), que abriu oficialmente a edição 20/21 da Superliga Banco do Brasil feminina, o Osasco São Cristóvão Saúde levou a melhor. A equipe dirigida pelo técnico Luizomar de Moura jogou fora de casa e superou o Curitiba Vôlei por 3 sets a 1, com parciais de (25/19, 17/25, 25/22 e 25/13).

A central Bia faturou o primeiro Troféu VivaVôlei da temporada. A jogadora foi eleita pela comissão técnica do time paulista a melhor em quadra e comemorou com o prêmio em mãos.

A vitória de Osasco foi marcada pelo alto número de bloqueios e pela superação. A equipe osasquense marcou presença na base do paredão, um dos fundamentos que fez a diferença. O que também fez a diferença foi a garra das atletas. Além da entrega tradicional em quadra, jogadoras como Tainara e Gabi Cândido foram ao limite das forças. Tainara sentiu uma contratura muscular na região da coluna dorsal durante o aquecimento, enquanto Gabi passou a semana entre treinos e fisioterapia para se recuperar do estiramento muscular no posterior da coxa esquerda sofrida no Super Vôlei. Jaque nem viajou para seguir tratando da lesão que a tirou do último jogo do campeonato em Saquarema.

Com a palavra:

Bia, central do Osasco São Caetano Saúde: “Sabíamos que seria um jogo difícil. O Curitiba tem muito volume de jogo e, ao estudar o time delas, sabíamos que seria preciso jogar bem taticamente. Conseguimos no primeiro set, inclusive com muitos pontos de bloqueio. Mas estreia é estreia e sempre dá um nervoso. Estávamos ansiosas pela volta da Superliga. Tivemos alguns problemas na partida e agora vamos analisar em quais pontos podemos melhorar para evoluir”, comentou a central, que conseguiu nove bloqueios.

Bruninha, levantadora do Curitiba Vôlei:  “Eu tenho que tomar opções melhores no ataque, mexer mais com a central para desafogar as ponteiras. Tenho que colocar as jogadoras em melhores condições. As meninas também precisam de uma largada a mais, sair do bloqueio que vem pesado. Ainda temos muito a melhorar, mas com o sentimento que estamos no caminho certo”, disse a levantadora.

Fotos: Guilherme Becker/Ricmais

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